A íntima relação entre Mulher e Games

“Respeite as mulheres, pois amanhã elas poderão ser suas patroas.”

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Foto: Anny Echelmeier

No passado os jogos de vídeo – game eram restritos apenas aos consideráveis, nerds. Pessoa essa que era vista de uma forma anti-social, e de uma beleza extremamente fora dos requisitos do mundo da estética perfeita. Com uma inteligência surreal, capaz de ser comparada a inteligência de um Albert Einstein do século XXI. Porém, este conceito veio mudando com o passar dos tempos. Dessa vez os nerds apenas eram consideradas pessoas com enormes espinhas e isoladas do mundo. Agora, não tinham mais o título de Einsteins. Como tudo sempre muda, o game passou agora, a não pertencer somente ao mundo dos nerds, mas também a todo macho que gostasse de jogar.  No entanto, novamente se tem outra ideia de particularidade dos gamers. Hoje elas não pertencem somente aos homens e nerds, mais sim, também ao mundo… das mulheres.

Isso já não é muita novidade para nós, porém, existem coisas á mais. Por exemplo, você sabia que uma pesquisa feita por um site de games por nome de Gamehouse diz que, mulheres que jogam fazem mais sexo do que as que não jogam. Surpreso(a)? Pois continue neste artigo porque muitas novidades ainda estão por vim.

Primeiramente, este estudo feito em 2011 ( vale lembrar que esse número já deve ter aumentado) no qual releva que 55% das pessoas que jogam online, são mulheres. Pois é, mais uma uma vez elas estão dominando os espaços que antes eram considerados particularidade apenas para os homens.É o que eu digo:

“Respeite as mulheres, pois amanhã elas poderão ser suas patroas.” 

De acordo com outra pesquisa feita em 2013, porém nacional, pela Game Brasil aponta que 47,1% dos jogadores de games são mulheres, contra os homens que são 52,9%.

Está cada vez mais frequente também o aumento de casais que vivem uma vida de puro game. Muitos homens estão procurando a sua alma gêmea no mundo dos jogos. E estão encontrando.

É óbvio que ainda exista certos preconceitos contra o fato da mulher está dominando este mundo de tecnologia. Porém a burrice intelectual dos preconceituosos está longe de acabar com esse aumento inestimável de Girls game. Só que a parte mais interessante do artigo para a maioria dos homens está aqui. Lembra do estudo feito pela Gamehouse? Então… nesse estudo mostra que 38% das jogadoras fazem sexo ao menos uma fez por mês, contra 34% das que não jogam.

E a pesquisa ainda revelou que metade das jogadoras vivem em relacionamentos sérios e 70% que estão em relacionamento estão felizes com isso. Para elas o jogo é como o alívio do stress e do tédio. E ainda de acordo com assunto 50% das mulheres se sentem mais inteligentes jogando. O que é a pura verdade uma vez que os jogos abrem um leque de conhecimentos para o ser humano. Porém devemos lembrar de como não usar essa forma de conhecimento exageradamente.

Agora uma outra pesquisa feita por cientistas da Universidade de South Wales (USW), na Austrália, provou que as pessoas jogam jogos violentos para se ter uma melhor atração sexual e as mulheres jogam esses jogos para serem atraentes ao sexo oposto.

Dois professores desta mesma universidade, pegaram 500 candidatos, sendo homens e mulheres, e perguntaram qual jogo eles haviam jogado recentemente e quão violento eles achavam que era o título do jogo. Logo eles viram que apesar do número de homens que gostam de jogos violentos ser maior, a diferença não foi tão grande assim.

“O que descobrimos é que o desejo sexual está relacionado ao ato de jogar games violentos. Tanto os homens quanto as mulheres que disseram ser mais interessados por sexo costumam se divertir mais com títulos do tipo. Mas o mais interessante foi o que vimos quando olhamos para o ‘valor como parceiro”, explicaram os pesquisadores no estudo.

Nessas pesquisas os cientistas descobriram que as mulheres acham que são melhores partidos se jogarem jogos violentos, do  que mulheres que jogam outros tipos de jogos. Para comprovarem o resultado os estudiosos usaram mais 500 candidatos e se foi concluído segundo eles que:

“Parece que as mulheres eram levadas aos games porque isso melhorava a percepção de si mesmas como parceiras românticas de alta qualidade”, afirmam os estudiosos.

E eles ainda concluíram que essa revolução de mulheres nos games faz com que se crie uma competitividade entre ambos os sexos, de igual para igual.

Fonte: Pela quarta ou quinta vez ela tem nos ajudado a mostrar como a é a verdadeira mulher da revolução, Anny Echelmeier. Fã de carteirinha do nosso site e pela fonte para os meus melhores artigos. Amiga? Sim. Irmã? Espero que possamos chegar a essa face. Muito obrigado Anny.

Obrigado pela leitura!

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