Desemprego transformou artesanato em “polo de empregabilidade”

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aumento do desemprego nos setores tradicionais levou a um aumento “muito significativo” da mão- Desemprego transformou artesanato em “polo de empregabilidade”

O de-obra no artesanato certificado, que é agora “polo de empregabilidade”, explicou a Lusa o presidente da Associação para o Desenvolvimento Regional (ADERE) do Minho.

“Sem dúvida que há uma ligação entre o aumento do desemprego provocado pela crise que o país vem a atravessar e o aumento da mão-de-obra para o artesanato”, defendeu o responsável, apontando o “caso” do bordado de Guimarães como exemplo.

“Em 2012 havia apenas quatro bordadeiras. Hoje há 17 oficinas num total de 37 bordadeiras”, referiu pelo que, salientou, “o artesanato é hoje em dia um polo de empregabilidade”.·.

Como principal dificuldade, o responsável apontou a falta de recursos: “Temo-nos debatido com redução dos fundos comunitários de apoio a programas de formação. Temos que nos ficar pelas disponibilidades nacionais e estas são limitadas”, disse.

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