Quais são as inspirações de Roberto Carlos em suas canções?

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Quem nunca ouviu uma música sequer do considerado “Rei” Roberto Carlos? E você já se perguntou de onde vem as inspirações do Rei para certas músicas? Conheça algumas das músicas que foram escritas pelo rei e inspiradas em seus grandes amores.

Ana Paula Braga, filha falecida do Rei, na qual teve uma música em sua homenagem chamada de ANA. A música também tem versão italiana, e essa música foi composta e é a primeira faixa do CD onde estão as músicas “JESUS CRISTO;EU PEQUENO CACHOEIRO”. O rei revela que é uma de suas melhores canções.

“Eu sou um cara que, quando ama, ama mesmo”, disse o Rei em uma entrevista na época, segundo informações do livro “Roberto Carlos em detalhes”, de Paulo Cesar de Araújo. De fato, ele sempre demonstrou isso nos temas que compôs para as mulheres que amou.

Durante o namoro com Magda Fonseca, no início da carreira, Roberto Carlos escreveu “Não quero ver você triste”, “A volta” e “Quero que vá tudo pro inferno” – esta última na ocasião em que a amada passava uma temporada nos Estados Unidos.

Para Nice, com quem foi casado durante 10 anos e com quem teve três filhos, o Rei fez, entre outras, “Como é grande o meu amor por você” e “Amada amante”. Os problemas que levaram ao fim do casamento foram adiantados nos versos de “Sua estupidez”, de 1969. Já em “Fera ferida”, lançada três anos depois, o cantor fala de rompimento.

Myriam Rios, conhecida por seus papeis em novelas globais, tinha apenas 17 anos quando conheceu Roberto. Ela foi presenteada com “Eu preciso de você” e “A atriz”, além de outros sucessos dos anos 80.

Para sua eterna musa Maria Rita, o cantor compôs temas como “Eu te amo tanto”, “Amor sem limite” e “Pra sempre”. Na canção “O grande amor de minha vida”, do álbum “Amor sem limite” (2001), Roberto Carlos revela confidências de seu primeiro encontro com a então adolescente: “Te beijei na boca e percebi / que era o seu primeiro beijo”.

Como bem observa o autor em sua obra não-autorizada, Roberto Carlos sempre teve uma veia romântica forte, mesmo quando versava sobre brotos e carrões na fase da Jovem Guarda. “Quero que vá tudo pro inferno”, seu maior sucesso na época, é acima de tudo uma canção de amor, assim como “Se você pensa”, “As curvas da estrada de Santos” e “Eu te amo, te amo, te amo”.

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