Uma pausa para o amor!

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amor

Quem nunca parou para se perguntar sobre o que é o amor?

Há quem diga que ele não existe, há quem fale que ele é indefinível. Mas afinal, o que seria o amor?

Não acredito que seja um mero sentimento, para falar a verdade, não posso sequer pensar que ele seja um sentimento. O amor vai mais além; tudo crê, tudo suporta, tudo espera. Ele é o vínculo da perfeição, isto se não for a própria perfeição (o que eu, ser humana imperfeita não me atrevo a afirmar, pois arrisco-me muito a supor-lhe).

O amor é matéria que não pode ser tocada, ocupa espaço sem concentra-se em um lugar. O amor não é cego, longe disto, tem visão mais aguçada que a águia, não faz vista grossa, observa cada detalhe pacientemente, aprendendo tudo sobre aquele a quem se entregou.

Para o amor não há inconveniências, não há morte ou bipolaridade. Ele é transparente, nunca é inoportuno, mas com grande graça sabe exatamente o momento de falar e de manter-se em silencio.

O amor é como um farol para marinheiros perdidos traz segurança e mostra o caminho da terra firme. Nele é possível alcançar o estado de êxtase mais profundo. Amar é correr em direção ao que já é conhecido desconhecendo as surpresas que se alcançará, é dar um tiro com mira, é um bem querer mais que querer, estar preso por vontade, é servir a quem vence o vencedor, amar é um contentamento mais que contente.

Amar é ter compaixão, apaixonar-se todos os dias e todo o dia, é caminhar sem pressa de chegar com a certeza que a verdadeira felicidade é conquistada no caminho. O amor é tão profundo que não contem sequer um sinônimo e seu antônimo consiste em seu adormecimento, afinal, quem odeia sem ter amado?

A verdade é que o amor nunca será definido ou devidamente empregado. Para uns pode não haver significado, para outros pode ser o centro da existência ou até mesmo haver aqueles que digam que ele não exista. Mas para mim, Deus é o amor e isto se aperfeiçoa em mim.

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